sexta-feira, 13 de maio de 2011

Itamaracá.

Que saudade das jangadas e das canoas, dos risos à toa
E dos coqueiros ao vento...
Quase nenhuma polegada de sofrimento
E nem se quer uma nuvem escura no céu
Tudo era mais doce que mel
O que há de ser meu rancoroso prazer
A saudade de não mais viver.

Que saudade de estar na beira da praia ao som das pancadas das ondas do mar.

Amor e óbito.

Te ponho no meu colo pra te fazer sonhar
Te ver sorrir e delirar
Passear nos pelos da tua face
E ser o teu disfarce.

Aquele lance de amor e óbito
Que dá vontade de te empurrar na parede e te beijar
Te provocar, te dar, me dar
Ser e estar ao seu dispor, seja quando for
Te jogar na cama e te matar de amor.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Pra quê título?

É Lindo você...
Por quê?
Tão lindo sorrir, sentir, amar.
Sei lá.

Agora que você já me levou o ar o que mais quer de mim?
Qualquer lado, qualquer lugar...

Vem pra mim e não solta mais do meu braço
Vem, com sede e sem cansaço.

Vem logo e não nega, se entrega!