terça-feira, 12 de abril de 2011

Um brinde às estrelas.

E as estrelas, que se unem para possamos vê-las.
Um brinde às estrelas.
Sonhei que o céu era meu lar, e a lua me fazia respirar.
Sonhei, voei, gritei e ressuscitei.

Saí pelas vielas escuras, meu cigarro me ajudava a enxergar.
Cada passo, cada vulto, cada olho e cada olhar.
Em vão?

Em vão é se entregar e esquecer que ainda existe o céu.
Que ainda existe o mar.
Que ainda se pode sonhar e esquecer dar dores de outrora.

Quem sabe, um dia, o mundo fosse sempre assim: Cheio de e amor e de sonhos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário