E as estrelas, que se unem para possamos vê-las.
Um brinde às estrelas.
Sonhei que o céu era meu lar, e a lua me fazia respirar.
Sonhei, voei, gritei e ressuscitei.
Saí pelas vielas escuras, meu cigarro me ajudava a enxergar.
Cada passo, cada vulto, cada olho e cada olhar.
Em vão?
Em vão é se entregar e esquecer que ainda existe o céu.
Que ainda existe o mar.
Que ainda se pode sonhar e esquecer dar dores de outrora.
Quem sabe, um dia, o mundo fosse sempre assim: Cheio de e amor e de sonhos.
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